segunda-feira, 22 de julho de 2013

Uma ida à ilha do sol nascente... A bunch of geeks


Esta é a melhor definição para Linda, porque qualquer que seja a profissão, idade, sexo e visões de vida, todo o japonês é um geek.
Seja a cozinhar, a passar música, a organizar festas, a cortar cabelos a cães ou a ser biólogo, todos eles o fazem de forma dedicada, organizada e com um rigor digno de samurai no manuseio da sua katana. E todos eles são estranhos. Linda conhece muitos japoneses e diz que todos têm a sua pancada nipónica.
- O que costumo dizer-lhes, é que de vez em quando eles entram em modo manga, deixam-se levar para o mundo do Dragon Ball e da Tartaruga Genial e uma vénia que o japonês está aí. Geeks and freaks – disse sorrindo.
- A verdade é que a cultura japonesa é uma das mais interessantes na Ásia para mim. Eles vivem afastados de nós, não são como nós, não são como ninguém. A vida para eles, seja ela como for, é tudo uma questão de equilíbrio, é ele que faz as coisas funcionarem – esclareceu.
- Aprendi muito com eles, a deixar levar as coisas e a só actuar quando há um balanço entre A e B, e resulta... acrescentou.
O Japão está envolvido em mistério, em magia, numa beleza de quatro estações que o completam e o guiam no decorrer do calendário.  Plantado numa área geográfica activa com um Monte de seu nome Fuji, onde existe uma floresta que pede às pessoas para não se suicidarem. Uma ilha conhecida pela sua máfia e pelo seu mundo imaginário.
O Japão é realmente um lugar estranho.