sábado, 20 de julho de 2013

Pensamentos profundos que alguém tem...




Há uns tempos fiz um trabalho de História para um um amigo. O tema era o neolítico. Pus-me a pensar nesta coisa da evolução do homem - que às vezes tenho uns acessos de intelectualidade... há coisas na História do nosso mundo, às quais nunca conseguiremos ter acesso ou até mesmo resposta. O universo é um mistério. E assim é que tem piada. Mas, observando bem as pessoas de hoje, podemos aceder ao passado daqueles que um dia nos fizeram evoluir. De lembrar, que por este mundo a fora ainda há gente que vive na era da Idade da Pedra.
Imaginei que somos todos homens e mulheres do neolítico, mas com roupas mais sofisticadas e mais trabalho de máquinas. Se reparamos todo o que hoje temos, a constante evolução da tecnologia não passam de simples instrumentos. Mais sofisticados - com coisas do diabo, se eles cá viessem ver como isto está hoje!
Estamos a viver de aparências, na verdade não passamos de aglomerados de aldeias que trocam dinheiro e bens em troca de trabalho, fazem importações, já não de bois e carroças, já usamos o camião ou o avião.
O mais incrível é pensar como as tudo evoluiu. Como é que se passou de instrumentos tão rudimentares, como lanças e flechas, uma folha de papel naquele tempo era uma pedra, hoje em dia até temos folhas e canetas de cor, com texturas e até cheiros. E para que é que precisamos disto tudo?
Depois, obviamente, alguém se lembrou que devia governar através da força e “pumba”, criou um exército e começou o mal do mundo. Pelo menos parece-me esta uma explicação mais lógica de que eu a tal de que o pecado do mundo começou por causa de uma mordedela numa maçã.
O que me faz confusão é que como é que evoluímos também a partir deles. Ora, eles tiveram filhos, cujos para continuar a procriar tiveram que acasalar incestuosamente. E isso sim é pecado aos olhos do Grande Deus. E aos olhos dos cientistas é meio caminho andado para ter um filho deficiente. E a explicação, para quem não sabe, vi numa novela - (que estas podem ser fonte de conhecimento), - confesso, se o macho fosse portador de um gene recessivo de determinada doença e a fêmea também, no filho este seria dominante. É certo que pode, em alguns casos, os filhos serem normais, mas como a probabilidade é baixa, tenho que supor que a maioria dos meus antepassados mais remotos eram deficientes.
Ou não? Fica nos mistérios do nosso mundo – como nos informam aqueles canais por cabo dedicados ao tema.