domingo, 29 de agosto de 2010

Fula vs Becel

Não sei se por acaso já viram o novo anúncio do óleo Fula. Agora parece que lançou um óleo inodoro, para quem adora fritos, mas não pode com o cheiro.
Nos outdoors que tenho visto parece-me a mim, que pelas caras das pessoas aquilo não é lá muito bom. Já repararam na careta da senhora? Ela parece mais que está com azia do que propriamente contente com a nova compra. Bem, comeu fritos é normal.
Para não falar da descredibilização da Becel com aqueles anúncios do coração e do colesterol. Como é que combate o colesterol se temos um óleo sem cheiro? Agora vai ser só fritar... Eu falo por mim gosto bem mais de um rissol frito do que pão com manteiga.
Deviam fazer um estudo daqui a algum tempo para ver o aumento de doenças cardíacas em Portugal pós aparecimento deste óleo revolucionário. E olhem que se isto fosse como os EUA alguém que ficasse com valores alterados devido ao consumo de fritos ainda podia processar a Fula e ganhar dinheiro. Nem que fosse para o funeral.

Ele olha para a câmara e pisca, pisca...

Gosto também muito da familiaridade que alguns jornalistas, como o simpático José Rodrigues dos Santos, insistem em transmitir. Aquele piscar de olhos no final do telejornal…hum, sublime. Gosto de pensar que aquela marotice irá um dia mais longe e todos nós teremos oportunidade de ver, quando a câmara, no final se afasta, o nosso querido pivot de perna cruzada, meias de rede e saia travada. Aí sim, a coerência seria total.

Ah, que bom que é ser jornalista!

Recuso-me a acreditar naquela imagem de seriedade que os jornalistas se esforçam por fazer passar…será que é mesmo assim, será que eles são mesmo assim?

O final do telejornal deixa-,e sempre triste. Que pacatez é aquela das pessoas da redacção? Então já não basta o cinzentismo da actividade jornalística diária? C’um caraças, acabou a edição do telejornal daquele dia! Não era suposto comemorarem, de alguma forma, por tudo ter corrido bem? Elevarem o pivot no ar, desatarem aos pulos, pôr a música aos berros, abrirem garrafas de champanhe e sim, porque não, convidar meninas em fato-de-banho.

Ah, e o mistério da caneta!

Que tanto o pivot escrevinha? Então, mas ele não tem a informação de que precisa disponível no teleponto? Já sei! No caso do José Rodrigues dos Santos, aposto em como ele está a fazer desenhos do Dumbo! Pode ser um hobbie dele, fazer auto-retratos! Aproximem a câmara das folhas em que ele escreve e logo verão!

O comentador desportivo

Alguma vez imaginaram como seria um comentador desportivo se "levasse" o trabalho para casa?
Imaginem um almoço domingueiro com a família. De repente, um amigo telefona-lhe: Ribeiro Cristóvão, outro comentador desportivo pergunta-lhe como está a decorrer o seu domingo. Pedro Azevedo responde: “ Dentro da normalidade. A segunda parte começou mesmo agora. A minha mulher acaba de passar o pão ao meu filho mais velho, Fernando- que passe, minha Nossa Senhora!-, mas Fernando perde o controlo do cesto do pão para Adalberto, esse promissor talento. Mas que destreza de movimentos, isto é impressionante, nunca vi uma coisa assim! É o delírio total aqui, na sala. Adalberto, destemido, movimenta o cesto do pão com toda a segurança no meio-campo adversário, fazendo pousá-lo aqui, com uma força colossal ao pé do meu sogro Quim Zé, que defende! Mas que defesa! Quim Zé estende o braço esquerdo e consegue conter o cesto arremessado por Adalberto. E é pontapé de canto, valeu o arremesso de Adalberto!
Enfim, é mais forte do que eles…

Onde é que eles param?

Há uma série de pessoas de quem nunca mais se ouviu falar. Tenho imensa pena disso, até porque algumas delas eram, incontestavelmente, promissores talentos. E mais lamentável ainda é o facto de os portugueses se terem esquecido deles. Por que não então juntarmos personalidades como a avó Chica, Badaró, Didi e restantes trapalhões, palhaço Companhia (lá está!), o Joselito, o Lecas, a Vera, a Margarida Reis, todos juntos numa nova versão do clip “Run Away Train”, dos Soul Asylum. Parece-me um justo tributo a quem nunca chegou a brilhar por muito tempo. E sempre era mais engraçado que aquele programa do "Perdidos e Achados".

A escola que faltava

Há o liceu, que oferece a escolaridade “normal”, há os cursos profissionais, mas nenhuma das possibilidades parece cobrir a formação de homicidas, essa grande profissão.
Tudo bem, às vezes albergam e até fomentam a marginalidade, mas formar profissionalmente jovens promissores na nobre arte de matar, as escolas que existem nunca conseguirão. A escola de homicidas, pomposamente chamada “Buraca School”seria o futuro. Garantindo uma formação personalizada, a vários níveis, permitiria a formação de psicopatas, serial-killers, etc e socorrer-se-ia de uma poderosa máquina de propaganda:
“Jovem, jovem! Sim, tu! Sentes-te cansado da vida que levas? Os estudos não te satisfazem? Alegra-te, porque temos a solução para os teus problemas. O teu problema pode estar aqui, na Buraca School. Buraca School, por um futuro mais sanguinário”.
É justo uma escola destas, já que uns compram os diplomas e maioria dos nossos governantes aprendem a roubar-nos. E bem...

Anúncio da TMN: mais realismo por favor!

Alguém se lembra daquele anuncio dos 5 milhões, sempre consigo da TMN? Tão pouco representativo da realidade portuguesa. Justo e credível seria substituírem a franzina e simpática rapariga pelo macho latino: calções curtinhos, camisa de manga cava, cordãozinho de ouro ao pescoço, boné na cabeça. Tal como no anúncio, o nosso simpático e anónimo cidadão lideraria as hostes, que o imitariam em tudo o que ele fizesse. Só que, ao contrário do que acontece no anúncio, ele não se refrescaria ao pé de uma fonte, ou faria alongamentos; onde estão os comportamentos tipicamente portugueses? A tiragem de macacos, o arroto, o cheirar do sovaco, o escarro no chão, o belo do praguejo ou palavrão?
E o final do anúncio merece algo diferente. A multidão, algo cansada de repetir gestos, frases, etc, começa a fazer caretas, corninhos ao “atleta”, a exibir cartazes “Mãe, estou aqui”…O “atleta” que os orienta apercebe-se de risinhos estranhos vindos da multidão atrás de si e volta-se, desmascarando-os. O que se passa a seguir é memorável: o homem começa a gritar com toda a gente “Mas estão doidos?! Quem é que vos disse para fazer isso?”, as pessoas começam a atirar as culpas umas para as outras (bem português) e envolvem-se numa cena monumental de pancadaria. E assim termina o anúncio: “TMN, sempre consigo. Ou então contra si”…

Aníbal e companhia um grupo de trabalhadores das obras atípico

Eles são homens íntegros, honestos, trabalhadores e sim, sensíveis. Vamos então conhecer Joaquim, Alfredo, Jorge, Arménio, Esdrúbal e Aníbal. Vale a pena.

D. Maria, a patroa, tem a casa em obras – quem nunca teve?-, e está prestes a sair de casa. Precisa informar Joaquim, um dos trolhas, desse mesmo facto.

D. Maria: Joaquim, Joaquim?
Joaquim: Eu sou talvez
aquele que procuras, e as minhas dúvidas a tua voz
chamando do fundo do meu coração.
Diga lá, patroa.
D. Maria: Era só para avisar que eu vou agora às compras. A minha filha Adelaide está em casa com uma amiga, por isso se precisarem de alguma coisa, disponham.

Joaquim acena levemente com a cabeça e voltando-se para Alfredo, seu colega de trabalho, pergunta-lhe: Então, Alfredo, o outro saco de cimento?
A resposta de Alfredo: Não trago nada e não acharei nada.
Tenho o cansaço antecipado do que não acharei,
E a saudade que sinto não é nem do passado nem do futuro.
O Jorge é que deve saber onde é que eles estão.

Alfredo, virando-se para Jorge: “Sabes onde está o cim…’tás bem, pá? ‘Tás assim um bocado falta de cor…
Responde Jorge: Não sei que mistério
Prende meu coração ao dia de hoje.
Tanto que me parece
Que estou ausente da vida
E apenas real nesta paisagem.
Deve ter sido alguma coisa que eu comi, num sei.

Entretanto, a filha da patroa, Adelaide, e a amiga, descem até à garagem, à procura de duas bebidas. Aníbal, sem mais delongas, atira-lhes muito sentidamente (qual “Eh boa!”, “Comia-te toda!”e “Ai se eu não fosse casado!” qual quê! Aníbal vai mais além, como só um trolha sabe ir):

Amo-te muito, meu amor, e tanto
que, ao ter-te, amo-te mais, e mais ainda
depois de ter-te, meu amor. Não finda
com o próprio amor o amor do teu encanto.

Alfredo grita por Aníbal: Ó Aníbal, ó pá!
Aníbal interrompe por momentos o seu soneto:
- Que é? Já bou, carago! Já bai!
Prossegue:

Que encanto é o teu? Se continua enquanto
Sofro a traição dos que, viscosos, prendem,
Por uma paz da guerra a que se vendem,
A pura liberdade do meu canto,

Um cântico da terra e do seu povo,
Nesta invenção da humanidade inteira
Que a cada instante há que inventar de novo,

Tão quase é coisa ou sucessão que passa…
Que encanto é o teu? Deitado à tua beira,
Sei que rasga, eterno, o véu da graça.

Perante o olhar atónito das duas moças, que desconheciam por completo a obra poética de Jorge de Sena, Aníbal, transposto à dura realidade, abandona o olhar absorto e puxando o escarro, continua a trabalhar.

É a vez de Arménio intervir:
Raparigas, tomai tento,
Cachopas, não vos fieis.
Cantigas leva-as o vento,
Cartas de amor, são papéis…

Finalmente, chega o mestre das obras, o Shôr Esdrúbal, que não quer acreditar naquilo que os seus olhos vêem e os seus ouvidos escutam:
Mas que é isto, mas que é isto?!
Uma declaração de amor não é acontecimento do domínio público, uma baleia que vara na praia sob o sol dos desastres e convoca multidões, desalinhando hábitos quotidianos; uma declaração de amor é um acto de grande intimidade que ergue um véu transparente de onde brotam mel e pássaros azuis.
Ai, cambada de malandros! Toca a trabalhar, toca a trabalhar!

Toda a verdade sobre o afundamento do Titanic

É indecente fazer-nos acreditar numa verdade falsa, mas que todos tomamos como certa ao longo dos anos. Quando descobrimos que fomos enganados, apodera-se de nós um sentimento de revolta, de frustração imensa…isto para não falar de uma certa perda da inocência que jamais será restituída.
Falemos do Titanic, the unsinkable, como lhe chamavam. O navio inafundável que acabaria por se afundar olimpicamente logo na sua viagem inaugural. O que nos diz a História acerca disso? Que o supra-navio ia a toda a velocidade, que era impossível de todo abrandar e que por isso o embate com o icebergue era inevitável, para desgraça de todos. Mas eu sei que isso não é verdade. Como? Não me perguntem, mas eu sei que não foi assim que tudo se passou. O próprio Walter Lord, que escreveu “A tragédia do Titanic”, remata a sua obra, com uma humildade quase enternecedora: “Estes enigmas do Titanic nunca terão uma resposta absolutamente certa. O melhor que se pode fazer é avaliar as provas com todo o cuidado e emitir uma opinião honesta. Alguns continuarão a discordar, e talvez tenham razão. Com uma certeza- só um louco seria capaz de se considerar detentor da verdade absoluta acerca do que aconteceu na noite incrível em que o Titanic se afundou”. Ok, chamem-me louca, não me importa, até porque como alguém já sabiamente afirmou, “há um prazer em ser louco de que só os loucos sabem”. Mas como eu estava a dizer, eu arrisco sem medo. Ora vejamos: com um navio daquele porte, com tanta a gente a trabalhar lá dentro, pouco ou nada sobra para o pobre do capitão do Titanic fazer. O que é que lhe resta? A depressão ou os hobbies. Neste caso, a cozinha. Isto é, os douradinhos. Ou seja, sobre o capitão do Titanic só tenho uma coisa a dizer, ou melhor, duas: capitão Iglo.
Vamos recuar no tempo até à fatídica noite de Abril de 1912, para percebermos melhor como tudo se passou:
Está o capitão do Titanic, também conhecido pelos mais próximos como Capitão Iglo, a assobiar alegremente na portentosa cozinha do luxuoso paquete quando, de repente, Jone o interrompe.
- Sôr capitão, eu custa-me interrompê-lo, o sôr sabe, e eu sei que esta hora é sagrada para si, mas…
-C’um caneco, Jone, eu já disse um milhão de vezes que não gosto de ser incomodado quando estou a cozinhar os meus douradinhos. A criançada está impaciente, não os posso fazer esperar.
- Mas, sôr capitão, sabe, isto é mesmo muito importante, sabe, é que nós…
- Oh homem, mas não vê que os petizes estão esfomeados? Tenho que lhes matar a larica.
-Mas, mas sôr capitão, nós vamos de encontro a um icebergue.
- Oh homem e que tenho eu a ver com isso?
.- Mas o sôr capitão é o sôr capitão deste navio, sôr capitão!
- E daí Jone? Quê, é suposto fazer alguma coisa de importante e decisivo por ser capitão, é isso?
- Sim, sôr capitão, com todo o respeito, mas é isso.
-Oh homem, mas está parvo ou quê?
- Por acaso sôr capitão não. Parvo não, é mais…assim mal-disposto. Num sei…
- Sente-se homem! Coma um douradinho!
- Obrigadinho, sôr capitão…mas num vai dar. Num pode ser, o senhor tem que fazer alguma coisa!
- Ó homem, mas uma pessoa tem prioridades, neste momento não posso deixar queimar os douradinhos! Seria uma tragédia!
- Com todo o respeito, sôr capitão, tragédia tragédia era morrerem as centenas de pessoas deste navio por causa daquele bloco de gelo ali à frente…
-Mas qual bloco de gelo?
- O icebergue, sôr capitão!
- Oh homem, então ainda não se deixou disso? Isso não é nada! Agora aqui a fazer um escarcéu por causa disso, uma tempestade num copo de água por causa de uma coisa insignificante…vê-se mesmo que é um novato!
-Desculpe, sôr capitão, com todo o respeito, mas isso é falso. Eu já cá ando nesta vida há…deixe cá ver…29 anos.
-E acha muito, por acaso? Eu já cá ando há 30 anos! Sabe o que são 30 anos de mar? E ainda por cima a passar por perigos inenarráveis e provações terríveis só para conseguir pescar os meus melhores douradinhos?
- Mas sôr capitão, mas repare…
- Não, Jone, repare você nisto: tá a ver isto? Tá aqui uma pessoa preocupada em fazer o seu trabalho como deve ser, hein, pra quê? Para chegarem aqui e com uma conversa que não interessa a ninguém e fazerem-nos torrar os douradinhos? Mas que é isto? Um homem já não pode cozinhar os seus douradinhos em paz…

O que se passou a seguir, já toda a gente sabe. Mais ou menos. Veja-se o filme do James Cameron. É capaz de não ser má ideia. Apesar de ele ter cortado, vá-se lá saber porquê, esta cena do filme. Ah, e de não ter apresentado o nosso capitão como Capitão Iglo. Isto realmente é um escândalo vergonhoso.

A excepcional contribuição portuguesa para o crescimento da Grã-Bretanha

Zézé Camarinha, é ele o homem do momento, ou não fosse verão e ou não fosse ele o protagonista do novo anúncio da Olá (como é possível, meu Deus, como é possível?).
As inglesas poderão sobrestimá-lo, mas os portugueses, esses maledicentes, subestimam claramente tudo o que é bom produto nacional. É indesmentível a sua contribuição para o florescimento do turismo no sul do nosso país, nos meses de Verão. E isto para não falar da contribuição para o “crescimento” da Grã- Bretanha.
A pergunta que eu faço é: quantos, quantos Josephs e Little Josephs não habitarão a velha aliada Inglaterra? Da próxima vez que lá forem aconselho seriamente à observação atenta das famílias inglesas (hábitos, comportamentos, modos de vestir…). Não dizem que existe um português em cada canto do mundo? Pois ora aí têm, cortesia do grande Zézé Camarinha.

Hélder Reis hospitalizado

Hélder Reis deu entrada de emergência no Hospital de S. João ontem de manhã. O conhecido apresentador, entre muitos outros, da Praça da Alegria foi encontrado quase sem vida, a claudicar, pela Sôdona Maria Reis, senhora sua mãe. De acordo com Maria Reis, as últimas palavras de Hélder foram, por esta ordem “mais…beijos…argh!...velhas…não”. Segundo pudemos apurar, a Praça da Alegria prepara-se para um programa especial de apoio ao apresentador: “Praça da Alegria: dia do Hélder (es?)”.

A Guerra que o mundo não esperava: EUA vs Portugal

As músicas infantis fazem a delícia dos miúdos, mas não sei se já tentaram esmiuçar algumas letras. Eu já! E imaginei se isto tivesse chegado à presidência de Bush, da maneira que aquele senhor gostava de invadir países do terceiro mundo.

Interrompemos a programação para uma notícia de última hora: os EUA declararam guerra a Portugal. O presidente norte-americano terá manifestado a sua intenção de invadir o nosso país com a máxima urgência, retirando a toda a pressa as tropas do Iraque e reencaminhando-as para solo português.
Na origem do que parece ser já uma decisão irrevogável por parte do governo norte-americano, está um dos hits de maior sucesso da compilação “As músicas da Carochinha”. George W. Bush culpa a letra que, lembro, é a seguinte:
“Eu perdi um dó da minha viola, da minha viola eu perdi um dó. Dormir é muito bom, é muito bom. Dormir é muito bom, é muito bom. É bom, camarada, é bom camarada, é bom, é bom, é bom. É bom, camarada, é bom camarada, é bom, é bom, é bom”.
Para o presidente, a inclusão da palavra “camarada” é, e passo a citar “a prova provada de que Portugal representa a mais séria e recente ameaça comunista, que importa a todo o custo travar. Trata-se de uma música construída com fins deliberadamente políticos e, mais grave do que isso, que almeja à conversão de jovens, inocentes e incautas mentes ao ideal comunista que, como todos sabem, nós EUA, repudiamos com toda a veemência”.
Ainda não foi possível recolher as primeiras reacções de José Sócrates, uma vez que à semelhança dos restantes portugueses, se encontram de férias e, por isso incontactável. Do lado da comunidade internacional, as reacções não se fizeram esperar. Por exemplo, o Secretário-Geral das Nações Unidas, tentou já dissuadir o presidente norte-americano, alertando-o para o facto de esta música da carochinha não passar exactamente disso mesmo, de uma música e, ainda por cima, infantil, pelo que desmerece, no seu entender, a atenção da classe política internacional. George W. Bush discordou e defendendo-se disse, e passo novamente a citar “lembro aos mais distraídos que foi a brincar, foi a brincar que o macaco fodeu a mãe. Além disso, como não limpámos o sebo aos norte-coreanos e aos vietnamitas como planeáramos no passado, eis a nossa chance de redenção com este problemático caso da América Latina”.